Uma nova igreja para Cristo
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São José do Rio Preto - SP :: 03-12-2008 :: 20:12:11
RENOVAÇÃO CRISTÃ

EVENTOS
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 * 5ª Assembéia
 de Irmãos - Nov. 2007

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 * 4ª Assembéia
 de Irmãos -
Set. 2006

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 * 2ª Congregação
 das Igrejas - Abr. 2006

O que é a Renovação Cristã
Uma nova igreja para Cristo
Escreve: A Equipe


A Renovação Cristã é uma igreja com raízes ideológicas nas igrejas cristãs primitivas, que se fundamenta no Evangelho de Jesus Cristo expresso nas Sagradas Escrituras. A expressão “renovação” é utilizada por duas razões: a primeira, pela necessidade que tem o próprio cristianismo de uma interpretação mais abrangente e libertadora para os tempos atuais, no qual o homem, em nome da liberdade, vem se entregando a toda ordem de desregramentos morais e distorções de conduta, não só no tocante à sua religiosidade, mas em quase todos os campos da vida. Por toda parte insinua-se o inimigo de Deus, com suas doutrinas de mentiras e ilusões, enganando multidões. A segunda razão é porque consideramos a renovação do homem uma condição indispensável para a salvação da alma dos caminhos da ignorância e do mal. Não basta crer. É preciso, buscar o entendimento pela fé no Filho de Deus, para que sejamos justificados diante do Senhor (Romanos 2.13). Este é o único caminho para se ter uma vida mais estável diante das insanidades do mundo materialista.

A Renovação Cristã respeita todas as denominações e crenças fundamentadas ou não nas Sagradas Escrituras, mas tem a sua própria maneira de interpretar a fé, a vida, a morte, a origem do sofrimento, o destino das almas e as razões pelas quais Deus criou o homem. A linha de idéias dominante da interpretação está na teologia paulina, que originou o pensamento protestante. Não estamos nos referindo ao movimento religioso protestante ou evangélico, mas ao espírito protestante que inspirou o Apóstolo Paulo a divulgar a doutrina do Cristo entre os homens. Ele afirma que ao crente basta a fé para salvar-se. Que não se confunda, porém, fé com crença. A fé é muito mais do que a simples crença na existência de Deus. Quando ela nasce no coração do homem estabelece uma relação de intimidade com o Pai e o natural entendimento de que se têm deveres para com Deus e para com o próximo. É vida nova. A fé é despertada pelo ouvir e ouvir pela Palavra de Deus (Romanos 10.17). Pelo ouvir entenda-se ser tocado no coração pelo Espírito Santo e, a partir daí, fazer a escolha definitiva de servir a Deus, arrependendo-se de suas más obras e obtendo o perdão de Jesus. O despertar da fé desencadeia na alma uma série de mudanças, realizadas pelo Espírito Santo, que a leva a viver naturalmente no amor de Deus (Gálatas 5.17-23)

Em que se fundamenta

A Renovação Cristã tem como principal fundamento a doutrina de Jesus Cristo expressa nas Sagradas Escrituras. Busca o entendimento acerca de Deus e do Cristo nos seguintes princípios desenvolvidos pelo Apóstolo dos Gentios: a fé, a comunhão, a confissão, a justificação, a edificação e a manifestação do Espírito Santo.
Instrui os homens nos caminhos da humildade, da submissão à Lei de Deus e às leis humanas constituídas. A fé em Deus é uma atitude de confiança plena no Senhor. Sem Ele nada pode o homem fazer que edifique sua alma. A verdadeira fé não prescreve isolamento social ou sectarismos. Diante de Deus todos os homens são irmãos e devem trabalhar para estabelecer a paz e o entendimento no lugar onde vivem. A fé trazida por Jesus liberta o homem da dependência de padres, pastores, sacerdotes, médiuns ou qualquer autoridade temporal (II Coríntios 3.17). A Renovação Cristã leva o homem a ter contato direto com Deus, pelo pensamento de Jesus (João 14:6). A igreja unida no ideal do Cristo cria em torno de si o ambiente propício para a manifestação do Espírito Santo. Ele cura, liberta e instrui os homens no caminho da verdadeira paz e felicidade.

Dizer que somos convertidos a Jesus Cristo e freqüentar templos não é o suficiente para receber a ajuda de Deus. As igrejas estão cheias de pessoas vazias de Deus. É necessário esvaziar-se do amor próprio para que Deus possa fazer morada em nós (Filipenses 2.7; Romanos 8.14). Para ser cristão no verdadeiro sentido da palavra, o homem precisa vivenciar a fé, sentindo o amor de Deus em todos os campos da vida, amando o próximo como a si mesmo e fazendo de sua existência uma experiência constante com Deus. Pela fé, o Espírito Santo pode realizar grandes obras no homem e através do homem (I Coríntios 12. 4-14). Se não houver, porém, o desejo da alma pela negação de si mesmo, não haverá salvação. É impossivel ao rico de qualidade (amor próprio) entrar no reino de Deus, disse Jesus (Lucas 18:25).

Os três pilares doutrinários em que se assenta a Renovação Cristã são: a Fé, a Lei e a Graça. A lei de Deus é uma lei natural que orienta a relação do homem com Deus e com seu próximo, portanto no ambiente em que está inserido para viver sua experiência na carne. Pela Lei o homem se instrui e ajusta sua vida aos princípios revelados pelo Cristo, trabalhando sempre a melhoria de suas relações com o seu próximo. Através da Fé, ele estabelece uma relação de intimidade com Deus, estabelecendo a Lei em seu coração (Romanos 3:31). Vive em atitude de humildade, submetendo-se à vontade de Deus, confiando sempre na intercessão do Pai, tendo em vista sua felicidade e seu bem-estar, que sempre estão intimamente relacionados com a felicidade e o bem-estar do próximo. Da relação sincera e verdadeira, desce a proteção do Pai sobre o filho, a Graça de Deus sobre o que crê (Romanos 8.26-28). Pelo Espírito Santo, sua vida é conduzida e edificada, sem opressões, nem exigências descabidas.

A Renovação Cristã acredita na existência da vida após a morte (I Coríntios 15.19). Deus cria as almas simples e ignorantes. Dota-as do dom da perfeição, à sua imagem e semelhança espiritual (Mateus 5.48). Concede-lhes o livre arbítrio para viverem suas experiências, mas as responsabiliza por todos os seus atos. Jesus, o Cristo, envia profetas, homens amadurecidos na fé, assistidos pelo Espírito Santo, para instrui-las no caminho do bem e da justiça. É sensato o homem que ouve a Palavra e a pratica (Mateus 7:24). A vida terrena, conforme entendemos, é apenas uma passagem dentre tantas outras. Não pode o homem sair de uma condição de total ignorância e/ou maldade para uma condição de amadurecimento espiritual apenas em uma experiência carnal. Depois da morte, a alma que passa pela ressurreição em Jesus entra em um novo mundo, a Vida Eterna. Por ressurreição entenda-se a vida verdadeira trazida por Jesus, que retira a alma dos caminhos da desobediência que leva ao sofrimento e à infelicidade e a conduz aos caminhos da salvação, que é a liberdade dada pelo Espírito do Senhor (João 10.10). Não há morte para o homem fiel a Cristo.

A Renovação Cristã divide as leis do Antigo Testamento em civis e divinas. Considera leis divinas os dez mandamentos codificados por Moisés e as instruções morais dos profetas, que estão em concordância com os ensinos do Cristo. Ao que crê é dado pelo Espírito Santo o dom de interpretar as Escrituras (Romanos 12.6-8). Com o entendimento dado pelo Espírito Santo é possível separar a Lei de Deus da lei civil, sendo a última necessária apenas à época em que foi promulgada. Porém, como afirmou Santo Agostinho, o Novo Testamento acha-se velado no Antigo Testamento e o Antigo, revelado no Novo. Não há como compreender esta sabedoria sem a comunhão com o Espírito para que Ele guie o entendimento e discernimento das coisas espirituais. Não há sabedoria e nem felicidade sem comunhão do homem com Deus. Não há comunhão sem fé e conseqüente estabelecimento da Lei no coração do crente. O homem que encontra Deus vive feliz, pois seu salário os ladrões não roubam, nem as traças corroem (Mateus 6:19).

A Renovação Cristã entende que existem dois tipos de morte: a carnal e a espiritual (Lucas 9:59-60). A ressurreição é o fenômeno pelo qual a alma morta, espiritualmente, volta a viver para Deus. Através do batismo no Espírito, pela fé em Jesus Cristo, todo um mundo de luz vai sendo aberto aos poucos e uma nova vida se estabelece para os filhos de Deus. A Palavra de Deus pode reviver homens que, embora estejam vivos fisicamente, encontram-se mortos para as coisas do Espírito. Por isso, todo homem crente deve esforçar-se para divulgar o Evangelho a todos quantos puderem ouvi-lo, por qualquer meio, mas principalmente pelo seu exemplo de vida reta e justa.

O homem de consciência tranqüila não deve temer a morte do corpo. Quem crê no Senhor, ainda que morra, viverá (Mateus 22:32). Entrará no mundo espiritual e encontrará repouso, consolo e paz. Morre apenas o corpo, que volta a ser pó (Eclesiastes 3.20; 12.7), ou seja, ao ser degradado pela natural decomposição, volta a ser utilizado na grande rede de vida universal. A alma sobrevive à morte carnal, pois o Espírito é imortal, mas se não tiver vida verdadeira em si mesmo (e só Jesus concede a vida), será atraída para lugares de sofrimento ou de trevas, dependendo de sua condição moral.

Porque igreja?

A igreja é o templo de Deus (I Coríntios 3.16-17; 12.13-27). Não se trata da igreja material, do templo físico, infinitamente mais fácil de construir do que a verdadeira morada do Senhor. Jesus nos ensina que somos o templo do Deus vivo: “Se alguém me ama, guardará a minha palavra, e meu Pai o amará, e viremos para ele, e faremos nele morada” (João 14:23). A igreja é o coração do fiel, do homem crente e dedicado ao plano de salvação que o Senhor tem para os que se deixam conduzir pelo Seu Santo Espírito. Não podemos confundir a igreja, local de reunião (templo físico), com a verdadeira igreja, onde o Cristo deseja fazer morada, que é o verdadeiro templo de Deus.
Sendo a igreja o próprio homem, e sendo a fé a pedra fundamental da salvação, não importa em que templo físico (religião) ele esteja, desde que haja nele a condição de humildade e submissão a Deus, servindo ao Pai em espírito e verdade.
O senso comum existente hoje sobre o conceito de igreja se deu por causa da formação da primeira organização religiosa oficial que foi batizada por Igreja. Por conta de sua temporalidade secular, o conceito reside no inconsciente coletivo do homem ocidental e, por isso, a maioria das pessoas tem dificuldade em se considerar uma igreja de Deus, e mesmo em considerar a reunião das igrejas (dos homens crentes) como sendo a Igreja de Deus reunida no esforço da renovação interior individual e coletivo. Neste caso é a Igreja maior, ou seja, o corpo do Cristo onde cada uma das igrejas menores são seus membros.
O apóstolo dos gentios nos pergunta em I Coríntios, 14:26 “Que fareis, pois irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós, tem salmos, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para a edificação da Igreja”. Assim, a missão da Igreja não é outra senão a construção do homem novo, de uma nova sociedade. E o homem novo não pode ser construído por Deus, sem a derrubada do homem velho, renovando o coração, renovando os hábitos, renovando a vida pela fé e confiança no Senhor Jesus (I Coríntios, 3.6).

As obras

As igrejas da Renovação Cristã desenvolvem trabalhos de auxílio às pessoas que sofrem com a fome, a miséria material e doenças. Proporciona aos servos de Deus oportunidade para auxiliar uns aos outros, no campo do Bem, no exercício do amor ao próximo (Tiago 2.17). Para isso promovem-se almoços, jantares, campanhas de arrecadação de alimentos, entre outras fontes de recursos, para viabilizar as ações no campo da assistência que é dada aos que necessitam de auxílio. Dentre as ações, incluem-se ajuda a famílias carentes com atendimento a gestantes, crianças, fornecimento de alimentos, ajuda a doentes internados com doação de itens de uso pessoal, bazares de roupas e utensílios realizados em comunidades pobres etc. Engaje-se na Ação Social da Renovação Cristã e seja mais um a participar da obra de Deus, para um mundo melhor. Procure saber como você pode contribuir para minimizar a dor de irmãos que estão sofrendo pelas injustiças e desigualdades sociais. Fazendo isso com o coração aberto “amontoará brasas sobre sua cabeça” (Romanos 12.20), ou seja, será digno de receber a Graça de Deus em sua vida.
As frentes de trabalho existentes nas igrejas da Renovação Cristã são oportunidades de servir ao próximo em espírito de piedade e dedicação. Não são realizadas como para cumprir normas, mas na certeza do benefício aos que sofrem. As obras não são vistas como passe para a liberdade espiritual, como foi ensinado por tantos séculos e ainda o é. Ao contrário, se forem feitas com esse objetivo, o homem se escraviza cada vez mais, afinal não são as boas obras que fazem o homem bom, mas o homem bom faz as boas obras. As obras nada significam para a salvação. Feitas sem fé, sem o amor de Deus a dar sentido a elas, serão como o sino que tine ou como o metal que soa, ou seja, não têm vida em si mesmo (I Coríntios 13:1)

O crente em Deus

O crente é o homem que crê em Deus. Porém, não aquele que apenas diz crer, mas que vivencia a crença, através da fé (Romanos 2.13). A fé é o motor da crença. Sem fé, a crença é morta, pois não há boas obras e realizações verdadeiras. Pela fé, que dá a humildade, submissão e confiança plena em Deus, no sincero desejo de aprender e servir, o homem pode se dizer um crente e ser merecedor da promessa feita a Abraão: o Reino de Deus no seu coração, a Vida Eterna e o mundo renovado pelo Evangelho (Gálatas 3.29).
O crente é criatura renovada, cheia de vontade de servir a Deus. Está sempre disposto a fazer sacrifícios por amor ao Evangelho, em espírito de alegria e paz, servindo sempre, quer no templo, quer na família, quer na profissão, quer na vida social.
O crente é qualquer pessoa que tem amor e sincera vontade de servir a Deus, independente da igreja a que pertença (Gálatas 3.27-28). Ele vive diferente dos homens do mundo e, por isso, é por eles marginalizado. Encara a vida religiosa com seriedade e, pelo menos semanalmente, está na igreja abastecendo-se da Palavra de Deus, lendo, refletindo, confessando seus pecados e submetendo-se à edificação do Espírito Santo, pela Palavra. Afirma-se que ele vive diferente dos homens do mundo porque suas atitudes são fundamentadas na justiça, no interesse coletivo, no bem comum, na fraternidade. O campo de idéias que alimenta o mundo (espírito do mundo) é exatamente o contrário da doutrina do Cristo, pois prega o individualismo, a competitividade e ganho a qualquer preço, o egoísmo, o orgulho, a vaidade e todas as suas perniciosas conseqüências.

O crente associa-se naturalmente à igreja no auxílio aos necessitados. Promove o bem, movido pelo seu coração, pelo sincero desejo de ajudar, impulsionado pela piedade e não por regras ou mandamentos. Qualquer obra feita por obrigação é segundo a dívida e têm pouco valor diante de Deus (Romanos 4:4). Fazer obras segundo a dívida significa fazer tendo em vista receber em troca alguma coisa, seja reconhecimento dos homens, seja favor de Deus. Essa doutrina é muito velha entre os homens e é base de muitas ideologias religiosas, fazendo as pessoas acreditarem que as boas obras fazem o homem bom. Alimenta as religiões ditas cristãs até os dias de hoje e foi a principal responsável pelo cisma que houve na Igreja no século XVI, traduzida na venda de indulgências para alcançar um lugar no céu. Porém, toda a instrução trazida por Jesus diz exatamente o contrário: as boas obras não fazem o homem bom, mas o homem bom faz as boas obras.

A fé é um laço de confiança entre o homem e Deus. O mesmo que se estabelece entre uma criança e seu pai. O amor irrestrito do filho para com o pai é a grande imagem da fé. O filho tem certeza de que o pai não pode querer outra coisa senão seu bem e sua felicidade. Assim é o crente diante de Deus. Mesmo sem conhecer Suas grandezas, ou o que o futuro lhe reserva, confia totalmente na bondade de Deus, na Sua justiça e misericórdia infinitas (Romanos 4.3). A fé não se explica com a linguagem humana. Possuindo-a, deve o cristão procurar entender sua espiritualidade. Não deve acomodar-se sob o manto do mistério ou da fé cega. Precisa ler, meditar, estudar a Palavra Deus em busca de sabedoria. Assim, vai aos poucos amadurecendo no entendimento e atingindo um estado de equilíbrio e paz que jamais perderá.

O objetivo

O objetivo maior e soberano da Renovação Cristã é a comunhão do homem com Deus, atraves da fé. As reuniões públicas, denominadas “assembléias”, acontecem uma ou mais vezes na semana, com a finalidade de receber o povo e congregá-lo para comunhão e edificação. O assunto das pregações não é outro senão o estudo das Sagradas Escrituras (II Timóteo 3.16). O templo é aberto ao público 60 minutos antes do início da pregação para proporcionar aos irmãos o ambiente de recolhimento destinado à comunhão, uma experiência de transcendência, que leva o homem a ter contato com Deus, através da oração.
Nas assembléias você encontrará a instrução necessária à paz, ao equilíbrio de sua vida, encontro e diálogo com o Senhor. É uma experiência maravilhosa de conforto e sustentação. Mas, não basta apenas mexer os lábios e clamar. É preciso edificar o coração para ser recebido por Ele na graça. A comunhão é o caminho que conduz a esse estado de Espírito. Todos os filhos de Deus devem dedicar um dia de suas vidas ao estudo da Palavra, ao trabalho de reconstrução do homem novo (Efésios 4.22-24). A Renovação Cristã é um novo caminho para a fé. Se você quiser ter essa experiência divina, procure uma de nossas igrejas. Ficaremos felizes com sua presença e da sua família.


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