Uma nova igreja para Cristo
São José do Rio Preto - SP :: 03-12-2008 :: 20:12:23
RENOVAÇÃO CRISTÃ

EVENTOS
------ Fotos e texto ------
 * 5ª Assembéia
 de Irmãos - Nov. 2007

------ Fotos e texto ------
 * 4ª Assembéia
 de Irmãos -
Set. 2006

------ Fotos e texto ------
 * 2ª Congregação
 das Igrejas - Abr. 2006

 

OS FRUTOS DO ESPÍRITO
Não há justificativa para a improdutividade dos frutos do Espírito, a não ser a desobediência
Escreve: Delmo Ramos



“Um certo homem tinha uma figueira plantada em sua vinha, e foi procurar fruto nesta figueira, não o achando. E disse ao vinhateiro: Eis que há três anos venho procurar fruto nesta figueira, e não o acho; corta-a, por que ocupa ainda a terra inutilmente? E, respondendo ele, disse-lhe: Senhor, deixa-a este ano, até que eu a escave e a esterque; e , se der furto, ficará, e, senão, depois a mandarás cortar” (Lc13:6-9).

Frequentemente se vêem notícias de que a expectativa de vida tem aumentado e tende a aumentar ainda mais com o avanço da ciência médica e da melhoria da qualidade de vida pelo avanço tecnológico cada vez maior. Infelizmente esta situação ainda não atinge a todos, visto que grande quantidade de pessoas morre de fome e de doenças que já deveriam estar erradicadas. São as contradições de um mundo que tem ainda como marca o egoísmo e individualismo, posto que a fraternidade ainda não foi estabelecida.

Há uma excessiva preocupação nos cuidados com o corpo. O mercado das cirurgias de embelezamento prospera com novas técnicas que surgem constantemente, bem como o das academias, dos cosméticos, dos alimentos dietéticos, dos spas etc. A busca pela beleza física e pela eterna juventude mobiliza multidões, como se essas conquistas por si só fossem sinônimo de felicidade.

Toda esta situação se dá pela falta de entendimento da razão da existência do homem neste mundo. A maioria até crê que a vida não se resume a esta vida carnal, que existe mesmo vida após a morte do corpo físico; alguns até crêem na reencarnação, mas apesar destas crenças, vive como se tudo terminasse no fim desta vida. Muitos freqüentam religiões, cultuam suas crenças e devoções, mas seus atos contrariam o que pregam as religiões, posto que todas falam da vida verdadeira, a espiritual.

Em inúmeros trechos das Escrituras, tanto no Antigo quanto no Novo Testamento, a Palavra de Deus compara o ser humano à arvores frutíferas. Qual a razão da existência das árvores frutíferas? É reproduzir frutos, certamente! Não só isso, mas reproduzir bons frutos para que sirva de alimento e saúde aos que os consomem, além de alimentar também a economia gerando empregos e impostos que são revertidos, ou pelo menos devem ser, à sociedade formando assim, uma cadeia de benefícios. Portanto uma árvore frutífera que não reproduz bons frutos é inútil e desnecessária, deve ser arrancada e exterminada.

Da mesma forma, o ser humano deve reproduzir frutos em sua vida. Quais serão, então, esses frutos? São as atitudes que reproduzirão na sua convivência familiar, social e profissional os frutos espirituais que vêem de Deus: a misericórdia, piedade, tolerância, mansidão, humildade, justiça, paz e outros, como ensina Jesus no discurso das bem-aventuranças.

Na parábola acima, Jesus faz um alerta às oportunidades que Deus dá à todos para que cumpram os objetivos da criação e da conseqüência pelo não cumprimento deles. Diz o Senhor que Deus, simbolizado pelo senhor da vinha, dá às suas criaturas todas as oportunidades para que reproduzam frutos e espera pacientemente por isso. Em Sua misericórdia enviou Jesus, simbolizado pelo vinhateiro, para dar, aos que estão mortos, vida pelo perdão dos pecados e pelo batismo do Espírito Santo.

Jesus tem cercado de cuidados aqueles que foram colocados sob a sua responsabilidade, alimentando, com a Palavra, e dando os cuidados necessários para que não sejam sufocados pelas ervas daninhas plantadas pelo inimigo de Deus. A Palavra de Deus está com a humanidade desde o princípio dos tempos, trazida pelos profetas, por Moisés que instituiu a Lei e pelo próprio Jesus. Portanto, não se pode pretextar ignorância. Não há justificativa plausível para a improdutividade dos frutos do Espírito, a não ser a desobediência.

Há, porém uma conseqüência: os que não reproduzirem esses frutos serão arrancados deste mundo e lançados fora. Os tempos são chegados. É a hora da decisão, a porta está por se fechar e não adiantará àqueles que ficarem fora bater, porque o Senhor dirá: “Não sei quem sois” (Lc 13 : 25).

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